Mais uma receita proveniente do meu trabalho no Trendy Mind, um arroz de bacalhau para aquecer a alma.Como já perceberam eu gosto muito de arroz de coisas! E este faz-me lembrar o meu avô que fazia muitas vezes arroz de bacalhau. Usava as badanas do bacalhau, porque além de serem as postas feias, tinham menos sal.O gosto do arroz feito a partir das postas de bacalhau é complectamente diferente do bacalhau desfiado, por isso quando o fizerem se for possível usem mesmo posta de bacalhau, ou melhor as badanas, que são as postas junto à que seria a cabeça. Ingredientes: 2 Postas de bacalhau cortadas aos quadrados (2cm X 2cm)½ Cebola2 Colheres de sopa de azeite3 Tomates chucha maduros100 ml de Polpa de tomate1 Chávena e meia de arroz carolino2 Chávenas de água1 Folha de louroPimenta qb2 Colheres de sopa de salsa picada para decorar
Começar por picar a cebola. Leve um tacho ao lume com o azeite e a cebola e deixem refogar um pouco. Quando a cebola ficar translúcida acrescentar o bacalhau e envolver com ajuda de uma colher de pau. Juntar o tomate cortado aos pedaços e envolver novamente. Tapar e deixe estufar por 5 minutos. Adicionar os restantes ingredientes, à excepção da salsa, mexer e deixar cozinhar por 10 minutos. Mexer a meio da cozedura para que o arroz não fique agarrado ao fundo do tacho. Servir decorado com a salsa picada por cima. Bom Apetite!
Hoje é um daqueles dias em que apetece fazer coisas rápidas. Esta é uma receita simples, rápida e saudável, porque preguiça não quer dizer plastic food, e neste caso pode dizer-se que é mesmo fast food!
Aqui fica uma receita individual!
Esta receita já foi publicada por mim anteriormente noutro blog com o qual colaborei, Trendy Mind. Irei publicar outras receitas inéditas minhas vindas de lá!
Ingredientes:
2 folhas de arroz
150 g de mistura de legumes chineses.
1 colher de sopa de azeite
1/2 colher de sopa de molho de soja
500 ml de água a ferver
Molho de soja para servir qb
Numa frigideira coloque o azeite e deixe aquecer. Junte a mistura de legumes chineses e deixe cozinhar em lume médio por 5 minutos, mexendo de vez em quando.
Entretanto coloque a água num prato e mergulhe cada folha de arroz até que esta amoleça. Retire e deixe escorrer num papel absorvente para retirar o excesso de água. Reserve.
Junte aos legumes o molho de soja e envolva, deixando depois cozinhar mais 1 ou 2 minutos.
Coloque no centro da folha os legumes salteados, enrole a folha fazendo um charuto e não esqueça de dobrar as pontas para dentro de forma a que a mistura não caia.
Sirva com o molho de soja!
Bom Apetite!
Como no Natal exagerei na quantidade de grão que cozi para a consoada, lá congelei o que sobrou.
Decidi fazer grãozada... portanto algo parecido com a feijoada mas só que com grão!
Não é rancho porque não leva nem carne de frango nem massa, mas é bom!
E estava muito delicioso só que eu sem querer deixei cair muito gindungo (receita aqui) e foi um ai se te havias! Mas comi tudo o que estava no prato com a ajuda de pão, que é uma das melhores coisas para acalmar o picante!
Acompanhámos com um arrozinho branco. Nestes acompanhamentos mais condimentados gosto de usar arroz agulha que não tem um sabor intenso.
Ingredientes:
1 kg de grão cozido
1 cebola
1 dente de alho ou 1 colher de chá de alho em pó
50 ml de azeite
2 cenouras
1 morcela (cerca de 200 g)
1 chouriço de carne (cerca de 200 g)
200 g de carne de porco da pá com osso
1/2 chispe
100 ml de vinho branco
200 ml de polpa de tomate
água qb
sal e pimenta qb
1 colher de chá de cominhos
1 raminho de cheiros (salsa, coentros e 1 folha de louro)
No dia anterior colocar uma colher de sal sobre chispe e outra sobre a carne. Tapar e reservar.
Cozer o grão.
Tradicional
Colocar o grão de molho de um dia para o outro. este irá quadruplicar o seu volume e se usar 500 g de grão irá obter depois de cozido cerca de 1,2 a 1,5 kg.
Levar a cozer num tacho cobrindo o grão com água, mais 3 a 4 dedos acima do mesmo. Temperar com sal e com um dente de alho.
Se usar uma panela normal levará cerca de uma hora a uma hora e meia a cozinhar em lume médio. Se optar pela panela de pressão levará cerca de 40 minutos.
Slow cooker
Proceder da mesma forma no que diz respeito ao demolhar o grão seco.
Colocar todo o grão na panela e cobrir com água. temperar com pouco sal e 1 dente de alho ainda com a casca.
Programar para 6 horas.
Pode aproveitar e cozinhar durante a noite.
Caso prefira não cozer o grão use grão enlatado ou em frascos.
Retire o osso da carne de porco, deixando um pouco de carne em redor do osso.
Num tacho levar ao lume o chispe e a carne de porco com o osso, coberto com água. Quando a água começar a ferver adicionar a morcela e deixar pré-cozinhá-la por 10 minutos. Retirar a morcela e reservar. Entretanto deixar cozinhar a carne e o chispe por cerca de 45 minutos. Depois de cozinhar as carnes reserve a água, porque irá ser utilizada na confecção da grãozada.
Corte a restante carne em cubos de 1,5 cm de lado. Reserve
Picar a cebola e o dente de alho. Cortar a cenoura em quartos de rodela. Cortar o chouriço em meias rodelas. E reservar.
Quando a carne estiver cozinhada retirar a carne dos ossos e corte em pedaços pequenos. Reserve a carne.
Levar ao lume num tacho grande, que comporte as carnes e o grão, o azeite com a cebola, o alho, a cenoura e o chouriço. Deixe refogar até que a cebola esteja transparente. Então, adicione as carnes e envolva. Junte o vinho, a polpa de tomate, e tempere com sal e pimenta e o ramo de cheiro e envolva tudo. Por fim colocar água do cozimento das carnes e que fique cerca de 2 a 3 dedos acima da carne. Deixe cozinhar por cerca de 30 minutos em lume médio/brando. Caso seja necessário acrescente mais água das carnes.
Corte a morcela em meias rodelas.
Adicione a morcela e o grão, e acrescente água do cozimento da carne até cobrir o grão. Rectifique os temperos e junte também os cominhos. Deixe cozinhar por cerca de 15 minutos.
Sirva com arroz branco.
Bom Apetite!
Finalmente a receita de bolo unicórnio!
Tudo começou com o pedido de uma sobrinha emprestada, que me pediu para lhe fazer um bolo arco-íris, portanto um bolo às cores. Mas ela está numa fase de loucura com os unicórnios, como tantas outras pessoas. E eu decidi fazer-lhe uma surpresa e além do bolo arco-íris, surpreendi com um bolo unicórnio. Pensava eu que estava a surpreender, quando na realidade a surpresa foi quando percebeu que por dentro tinha um bolo arco-íris! hihihihi
Este bolo arco-íris é o que está na receita do bolo para ser coberto com pasta de açúcar. Mas antes de colocar a na forma, dividi a massa por 3 tacinhas e a cada uma delas juntei um corante, se quiserem fazer mais cores é dividir por quantas massas quiserem.
Como precisava de um bolo em altura tive de fazer 2 vezes o bolo, e num deles, dividi a massa em 2, em que uma levou corante vermelho e outra levou bolinhas de açúcar coloridas usadas para decorar os bolos.
Portanto primeiro que tudo a massa tem de ser resistente, quanto à pasta de açúcar há que amassá-la à mão com um pouco de farinha na bancada ou se preferirem com açúcar de pasteleiro. Eu preferi a farinha para cortar com o doce.
Para mais facilmente perceberem como esticar a pasta de açúcar, deixe-vos o video do youtube que achei mais simples para explicar como cobrir o bolo com a pasta, sem que esta pasta ou que fique enrugada.
É um vídeo da uma escola de ensino à distância no Brasil, para o curso de pastelaria. Tem outras dicas interessantes.
3 corantes alimentares (ou mais de acordo com a quantidade de cores que pretender)
pepitas de açúcar coloridas de decoração de bolos
Recheio
1 pacote de natas para bater
1 tablete de chocolate negro para culinária
Cobertura e decorações de açúcar 1 kg de pasta de açúcar branca corante dourado (usei em pó) pauzinhos de espetadas e palitos farinha para polvilhar a bancada (vai precisar de 3 a 4 colheres de sopa) 1 colher de chá amêndoa amarga ou outro licor Chantily para decorar
2 pacotes de natas para bater
3 colheres de sopa de açúcar
3 corantes alimentares
Começar por fazer os bolos de acordo com a receita e as indicações acima para fazer o bolo arco-íris.
Os bolos podem ser feitos com antecedência e congelados ou no dia anterior. Caso faça tudo no mesmo dia, deixe esfriar os bolos antes de os desenformar .
Com antecedência, ou enquanto espera que os bolos assem no forno e esfriem, faça as decorações de açúcar, como o chifre do unicórnio, as orelhas e as borboletas.
Para o chifre, precisa de 1 pauzinho de espetada e cerca de 150 g de pasta de açúcar. Amasse a pasta nas mãos como se fosse plasticina para ficar maleável. Polvilhe a a bancada com um pouco de farinha e role a massa para fazer um fio comprido e ligeiramente mais grosso nas 2 pontas. Dobre em 2 e enrole à volta do pauzinho até metade do mesmo, para que possa depois espetar o chifre no bolo. Se tiver alguma dificuldade em realizar esta operação, não desespere é uma questão de prática 😉. Coloque o chifre num copo ou numa caneca de forma a que a pasta não toque no mesmo e deixe secar um pouco.
Faça as orelhas, pegando em cerca de 50 g de pasta de açúcar e amassando um pouco com as mãos para amaciar a pasta. coloque um pouco de farinha na bancada e com a ajuda de um rolo da massa estique a pasta, até que fique com cerca de 3 a 4 mm de espessura. Corte em forma de folha, ou caso tenha um cortador de bolachas com esse formato use-o. Deixe secar um pouco num apoio arredondado, em cima duma colher de sopa ou dentro de uma caixa de ovos como eu optei.
Faça as borboletas, ou flores, ou laços, é como preferir usando a mesma técnica das orelhas, e deixe secar da mesma forma.
Para fazer os olhos faça o pequenos rolinhos com a pasta de açúcar e deixe secar em cima duma colher de sopa.
Entretanto pegue no corante em pó e coloque um pouco no dedo e "pinte" o chifre com cuidado para não deformar a pasta. E deixe secar no copo ou caneca.
Repita o mesmo para as orelhas, as borboletas e os olhos e coloque a secar novamente. Pintei apenas a parte da frente.
Faça o recheio de chocolate levando ao lume as natas, quando estas estiverem quentes, sem estar a ferver adicionar o chocolate partido em pedaços, se usar pepitas para derreter use cerca de 200 g. Mexa com a ajuda duma colher ou espátula, e quando o chocolate começar a derreter desligue o lume e mexa até que o chocolate esteja totalmente derretido um creme uniforme.
Deixe arrefecer um pouco, antes de usar.
Entretanto, corte cada bolo longitudinalmente ao meio, e reserve.
Na forma que usou para fazer os bolos coloque cartolina ou papel manteiga (foi o que eu usei) de forma a que aumente a altura da forma e que fique com mais 10 cm que a altura dos 2 bolos. Por dentro coloque 2 pedaços de película aderente de forma a fazer uma cruz, e com tamanho suficiente para dar a volta aos bolos.
Coloque uma das rodelas de bolo no fundo da forma e
por cima do bolo coloque 2, 5 colheres de creme de chocolate. Com a ajuda duma espátula ou de uma colher espalhe o creme para que fique uma camada uniforme.
Coloque outra camada de bolo e pressione um pouco com a mão.
Repita esta operação até terminar o bolo de forma a que a última camada seja a parte inferior de um dos bolos, para que as arestas da parte de cima do bolo sejam o mais direitas possíveis. Reserveo creme de chocolate que sobrou.
Feche com a película aderente e leve ao frigorífico por 30 minutos para que o chocolate solidifique um pouco e o bolo fique mais firme.
Retire com cuidado o bolo para o prato final ou uma placa de cartão redonda e forrada com folha de alumínio e barre todo o bolo com o restante creme de chocolate. Este creme vai servir de cola entre o bolo e a pasta. Reserve.
Polvilhe a bancada com farinha, e amasse a restante pasta de açúcar até que fique maleável. Vá adicionando mais farinha caso note que a pasta esteja a colar às mãos ou à bancada.
Estique a pasta com a ajuda de um rolo da massa até que fique com cerca de 3 a 4 mm de espessura. Visualize o vídeo acima de siga as instruções para colocar a pasta em cima do bolo, e adopte os procedimentos indicados para fixar a pasta ao bolo e de forma a ficar sem bolhas ou altos e de forma a evitar que massa fique rasgada. Caso a massa rasgue em algum lado reserve essa parte para depois espalhar a decoração de chantily por cima. Não se esqueça de cortar o excesso de massa e reserve a pasta que sobrar e que não esteja contaminada com chocolate num saco. Num pratinho coloque a amêndoa amarga e uma colher de café do corante em pó dourado e misture com um pincel até que tenha uma tintura. Passe com a tinta por todo o bolo de forma a ficar marmoreado. Coloque os olhos em pasta de papel no local pretendido. Assim como o chifre, e as orelhas depois de espetadas, cada uma, num palito. Deixe repousar um pouco antes de começar a decorar.
Eu fiz este bolo em 2 dias. por isso deixei-o repousar assim de um dia para o outro.
Agora falta o chantily para fazer a crina do unicórnio.
Coloque as natas bem frias e o açúcar na batedeira e bater em velocidade baixa até que obtenha um creme firme.
Divida o chantily em 4 taças. Em três delas coloque corante alimentar e mexa cuidadosamente até que fique uniforme cada uma das cores. Leve ao frigorífico por cerca de 10 ou 15 minutos para que o chantily fique mais firme e fácil de colocar com o saco de pasteleiro.
Coloque uma ponta a sua preferência num saco de pasteleiro e coloque-o num copo para ser mais fácil de o encher com um pedaço de cada uma das cores.
Comece a colocar o chantily por cima do bolo de forma a fazer o efeito da crina. Cada fio irá sair matizado.
Coloquei ainda um pequeno fio de pasta de açúcar na base para rematar, porque cortei um pouco demais do pasta e via-se um pouco o bolo .
Leve ao frigorífico até que seja altura de servir o bolo para que o chantily não perca a forma.
Coloque as borboletas, depois de espetadas num palito para terminar a decoração.
Digam lá se não ficou tão giro?!
A aniversariante adorou e isso não tem preço!
"Agora já sabemos como é o cérebro de um unicórnio! (risos! Muitos risos!)"
Modéstia à parte, para uma primeira vez a fazer um bolo com pasta de açúcar e com toda a decoração envolvida, acho até que não correu mal! 😁
Bom Apetite!
Este era para ser um post apenas de bolo unicórnio, mas apercebi-me que não é muito intuitivo encontrar por aí receitas de bolos que possam ser cobertos com pasta de açúcar, uma vez que este bolo tem de ter alguma resistência e não poderá ser o bolo fofinho normal. Por isso decidi dividir o bolo unicórnio em dois posts onde explico como se faz um bolo delicioso, não demasiado doce e desta forma equilibra bastante bem com a pasta de açúcar. Por ser uma massa mais resistência, não quer dizer que não seja fôfa nem que o bolo seja massudo e seco, como encontrei em muitas receitas na internet.
Foi a primeira vez que fiz um bolo coberto com pasta de açúcar, e devo dizer que tinha muito receito de tentar fazer, porque achava que iria correr mal!
Relembro que esta é apenas a receita para o bolo. Quanto à cobertura com a pasta de açúcar esta será apresentada noutro post.
Vamos então passar à receita!
Ingredientes
6 ovos à temperatura ambiente
200 g de açúcar
120 g de farinha para bolos
50 g de farinha custard
1 colher de café de fermento
manteiga para untar a forma
Ligar o forno a 180 ºC
Bimby
Coloque a borboleta no copo, junte os ovos e o açúcar e programe 6 min/37 ºC/vel. 3. Volte a programar 3min/vel. 3. Adicione as farinhas e o fermento e programe 10 seg/ vel. 3.
Tradicional
Com a ajuda da batedeira bata o açúcar e os ovos até que fique uma pasta esbranquiçada, cerca de 10 minutos na posição média.
Adicione as farinhas e o fermento e misture por cerca de 3 minutos até que massa fique bem homogénea.
Unte a forma com margarina, despeje a massa do bolo, e leve ao forno por cerca de 30 ou 40 minutos.
Deixe esfriar o bolo e desenforme.
Reserve para rechear como pretender e depois cobrir com a pasta de açúcar.
Bom Apetite!
AGORA QUE VIU ESTA RECEITA, PARA SABER MAIS SOBRE A BIMBY ESCREVA NOS COMENTÁRIOS OU ENVIE UMA MENSAGEM PARA claudiatavaresbimby@gmail.com. ATÉ JÁ!
No passado domingo depois de ter feito uma tarte de pastel de nata, em que sobraram claras e porque tinha uma massa quebrada no frigorífico, decidi fazer uma quiche levezinha.
Neste caso usei ingredientes que tinha no frigorífico, por isso podem usar por exemplo cogumelos, milho, atum, gambas, sobras de carnes, bacon, verduras, etc, portanto com aquilo que quisermos, mas posso assegurar que esta combinação correu muito bem!
Ficou extremamente leve porque o ricotta é magro, as natas também eram magras e usei apenas as claras de ovo, portanto não possui a textura mais rija como acontece quando se usam as gemas.
Acompanhamos com uma salada e foi uma refeição leve como estávamos a necessitar!
Espero que gostem!
Ingredientes:
1 embalagem de massa quebrada
150 g de peito de perú fumado
1 chávena de peito de frango cozido e desfiado
3 claras de ovo
400 ml de natas light
250 g de ricotta
1/4 de cebola picada
1 raminho de salsa
1 colher de sopa de azeite
1 colher de chá de alho em pó
1 colher de café de pimenta
1 colher de café de açafrão em pó
1 colher de café de noz moscada
1 pitada de sal
1 tomate médio maduro
1/2 colher de sopa rasa de maizena
Começar por ligar o forno a 180 ºC.
Colocar a massa num tarteira de preferência com o fundo amovível aproveitando o papel vegetal que vem com a massa. Aparar a massa e o papel excedente na borda da tarteira. Colocar grão ou feijão seco por cima do fundo da massa e levar ao forno pré-aquecido até que o recheio esteja pronto.
Numa tacinha, que possa ir ao microondas, colocar o peito de frango com a cebola picada e o azeite e envolver. Levar ao microondas por 1 minuto. Reservar.
Na batedeira colocar o ricotta, as natas e as claras e bater na velocidade mais baixa até que a mistura esteja uniforme.
Cortar o peito de perú fumado pedaços pequenos e adicionar à mistura das natas e envolver. Temperar com o alho, a pimenta, o açafrão, a noz mascada, o sal e a maizena e misturar. Juntar por fim o peito de frango com a cebola e envolva novamente.
Retirar a massa quebrada do forno e tirar os grãos ou feijão. Colocar por cima da massa o recheio.
Decorar com o tomate cortado em meias luas
Levar ao forno por 30 a 40 minutos até que o recheio esteja firme e a massa corada.
Deixar esfriar um pouco antes de servir para que o recheio fique mais firme.
Acompanhar com uma salada.
Bom Apetite!
Há uns dias atrás tinha comprado massa folhada fresca, que estava com um bom desconto, com a intenção de fazer uma tarte e lembrei-me de fazer uma de nata... mas como não leva natas chamo-lhe tarte pastel de nata, porque sabe a pastel de nata!
É fácil de fazer e ficou muito leve e saborosa.
Esta é uma boa opção de sobremesa ou de lanche para qualquer altura.
Vamos à dita da receita!
Ingredientes:
1 embalagem de massa folhada fresca
3 gemas de ovos
6 colheres de sopa de açúcar
2 colheres de farinha maizena
500 ml de leite
1 casca de limão
1 pau de canela
2 sementes de cardomomo
Ligar o forno a 180 ºC, eu liguei a 200 ºC porque a temperatura está um pouco baixa.
Colocar a massa folhada com o papel vegetal e forrar uma tarteira de fundo amovível
Usar uma tarteira amovível e forrar o interior com o papel vegetal e a massa folhada. Aparar o excesso de massa que fica na borda da forma. Reservar.
Numa taça coloque a farinha maizena, as gemas e o açúcar e bater até que se torne uma massa esbranquiçada e fôfa.
Leve ao lume num tachinho o leite com o cardomomo, o pau de canela e a casca de limão, quando o leite estiver quente, mas não a ferver retire do lume.
Vá deitando algumas colheres de sopa de leite na massa da farinha, açúcar e ovos até que esta fique morna. Mexa sempre entre cada colher para incorporar o leite na massa. Esta etapa é muito importante visto ser necessário temperar a massa para que na etapa a seguir os ovos não fiquem cozidos, como se fosse quase ovo mexido.
Retire a casca de limão e o pau de canela do leite, e misture a massa no leite. Leve a lume brando e vá mexendo até engrossar e ficar um creme muito macio. Leva cerca de 3 a 4 minutos.
Colocar este creme sobre a massa folhada e levar ao forno por cerca de 30 a 40 minutos, sem ter o grill ligado para não queimar o creme e a massa.
Deixar esfriar um pouco e colocar num prato de servir.
Bom Apetite!
De Janeiro até final de Fevereiro é a altura da passagem dos flamingos em migração aqui por Portugal, e um dos sítios onde podemos avistar os flamingos é em Alcácer do Sal. Este sábado, mesmo com chuva lá decidimos ir até lá para tentar avistar os pássaros.
Uma hora de viagem de Lisboa até lá e depois perto da estação antiga de comboios, conhecida como zona da Amieira, lá parámos o carro.
Lá nos aventurámos pelos arrozais enlameados e conseguimos chegar tão longe quanto nos foi possível, visto não estarmos munidos de galochas, e as poças de água começaram a adensar-se.
Fizemos a foto possível dos flamingos.
De dizer que ao vivo era muito mais interessante com toda a dança em bando nos céus e o barulho de todos os outro pássaros que se encontravam por lá.
Chegámos ao carro e trocámos de sapatos... que os outros estavam molhados e cobertos de lama.
Entretanto já era quase 2 horas da tarde e lá fomos em busca de um restaurante no centro da cidade.
Habitualmente quando andamos em passeio e não conhecemos ou não temos recomendações de ninguém usamos o tripadvisor para nos indicar o que há de melhor nas imediações. E assim lá descobrimos o Ninho.
Fomos super bem recebidos! Com muita simpatia.
Seguimos a sugestão e lá pedimos arroz de lingueirão, que desenganem-se, nada tem a ver com o servido no Algarve, porque além do lingueirão tem outros mariscos e um sabor muito fresco.
Pedimos umas migas com carne, que estavam bem apuradinhas e muito saborosas.
E das sugestões ainda pedimos o bife da casa com camarões que tinha um molho de mostarda muito caseiro como gostamos.
As doses eram enormes e acabámos por trazer o restante para casa.
No meio da conversa com o Sr, que lamentavelmente não sei o nome apenas sabemos que é o dono do restaurante, ficámos a saber que já ali estão há mais de 30 anos, e que quem faz a comida é a esposa. Portanto muito carinho é dedicado aos pratos e ao acolhimento, coisa que é rara encontrarmos em conjunto!
Como já perceberam as fotos não são as mais bonitas, porque no meio da vontade de experimentar os pratos e a conversa deliciosa com o Sr, lá me esqueci de tirar fotos com os pratos todos bonitos, o que denota o quão agradável foi esta refeição.
Portanto, se forem para aqueles lados não deixem de passar por lá e digam ao Sr para ele informar a esposa que As receitas da Lau escreveu sobre eles no blog!
Bom Apetite!
Há umas semanas fomos a um restaurante especialista em ramen chamado YiMianYuan Ramen na zona da Portugália da Almirante Reis em Lisboa. Tem um aspecto muito simples nada das decorações tipicamente japonesas que se costuma ver neste tipo de restaurante. Vejam só o tamanho dos noodles!
A massa é feita à nossa frente, portanto no momento e por pedidos, e os ingredientes dos caldos são super frescos. Depois é só pedirmos os toppings que nos apetecer para compor a nossa sopa ao nosso gosto. Acredito que não esteja longe do ramen vendido nas ruas de Tóquio, até porque estavam por lá outros japoneses a comer e a fazer pedidos para levar. E a nível de preço é bem razoável.
O ramen foi levado para o Japão nos finais do século XIX, mas foi durante o período da 2ª guerra Mundial, que se desenvolveu a sua massificação e adaptação, visto ser uma refeição económica e muito nutritiva, e aquecia os estômagos de uma sociedade devastada pela guerra.
O ramen é constituído por massa noodles japonesa, caldo de carnes, legumes variados e acompanhado por fatias de carne de porco ou galinha. Como toppings podemos ter ovo cozido, legumes, cogumelos, algas. Esta sopa é um prato principal visto ter os nutrientes necessários (vitaminhas, sais minerais, proteínas, etc)
Como não tinha muita noção da quantidade necessária , sobrou ainda bastante depois de todos terem repetido! Portanto dá para 4 ou 5 pessoas que comam bemmmmm. Então vamos a isto!
Ingredientes:
1,5 l + 2 l de água
1 caldo de carne (tipo knorr)
2 caldos de galinha (tipo knorr)
1/2 alho francês
1/2 cebola (usei roxa que é menos agressiva)
1 chávena de mistura de legumes chinesa
2 cenouras
1 raminho de salsa fresca
1 colher de chá de gengibre em pó ou 1 cm de fresco
1 colher de chá de pimenta
2 colheres de chá de alho ou 2 dentes de alho picado
2 colheres de sopa de sal
1 colher de sopa de sriracha
3 colheres de sopa de molho de soja
100 ml de azeite
200 g de carne de porco (febras)
200 g de bife de frango
1 chávena de chá de brócolos
100 g de cogumelos frescos
1,5 embalagem de noodles japoneses (ou chineses)
sumo de limão e lima (opcional)
2 ovos cozidos
Começar por cortar as carnes em tiras fininhas e temperar com metade do sal, do alho e com sumo de limão. Reservar.
Cortar as cenouras e o alho francês às rodelas finas, as cebolas em 1/4 de lua finas. Reservar.
Lavar os cogumelos e cortar em laminas finas. Reservar
Cortar os brócolos de forma a ficar com as "árvores" pequenas (só agora vai conseguir medir a quantidade dos brócolos). Reservar
Ferver 2 l de água.
Num tacho de sopa, colocar metade do azeite, a cebola, o alho francês, as cenouras e refogar um pouco. Quando a cebola e o alho francês começarem a ficar moles, adicionar a mistura de legumes chineses e temperar com o restante sal, o alho em pó e a pimenta e deixar saltear um pouco. Adicionar os 2 litros de água a ferver, os caldos de carne e de galinha, o gengibre, a sriracha, o molho de soja e a salsa fresca, tapar a panela e deixar cozinhar os legumes por 10 a 15 minutos.
Entretanto ferver a restante água. Colocar os noodles numa taça grande que possa ir à mesa e cobrir com esta água. Ao fim de 5 minutos escorrer a água e reservar os noodles.
Numa frigideira coloque o restante azeite e leve ao lume e quando estiver quente adicione o frango e deixe cozinhar dos 2 lados. Retire o frango e reserve numa taça. No mesmo azeite fazer o mesmo com a carne de porco e reservar noutra tacinha. Ainda no mesmo azeite junte os cogumelos e cozinhe-os por 2 ou 3 minutos. Retire e reserve noutra tacinha e misture com umas gotas de limão. Por fim faça exactamente o mesmo com os brócolos. Retire-os para uma tacinha e junte um pouco de sumo de lima.
Corte os ovos ao meio e ponha num prato ou tigela.
Levar todas as tigelas para mesa e também o caldo de legumes.
Para servir coloque um pedaço de noodles numa tigela por cima 2 conchas do caldo, as carnes e os toppings que preferir e regue com umas gotas de lima. Coma com pauzinhos ou com um garfo, o meu método preferido, e uma colher ou se preferir é só beber depois o caldo! Repita tantas vezes quanto quiser e seja possível!
Bom Apetite!
Estava eu a retirar a massa de pão da máquina de fazer pão, quando me lembrei "...e se eu fizesse uns pães com chouriço?". Azar... não tinha. Mas tinha uma embalagem de salsichas aberta no frigorífico! Então decidi inventar um pouco e fazer uns cachorros no forno! Resultado? Miúdas felizes!
Como já perceberam foi só usar a massa de pão que já estava a fazer, as salsichas e um toque especial!
Ficou um lanche diferente e a repetir... tanto quanto possível!
Fiz a massa na máquina de fazer pão, porque está fresquinho e a massa tem mais dificuldade em levedar, e como a máquina mantém uma temperatura estável a massa cresce mais facilmente.
Então vamos a isto!
Ingredientes:
Pão:
300 ml de água
500 g de farinha tipo 55
1 colher de sopa de sal
7 g de fermento de padeiro seco
(ou 1 tablete de fermento fresco)
6 salsichas
6 colheres de café de mostarda
Colocar os ingredientes todos na máquina de fazer pão e seleccionar o programa de fazer massa. A minha leva cerca de 1 h 30 m.
Se for feito da maneira tradicional, primeiro diluir o fermento na água morna, juntar à farinha e ao sal e amassar. Deixar descansar a massa num tigela tapada com um pano e onde possa manter a temperatura.
Liguei o forno a 90 ºC para servir de estufa, para que a massa pudesse duplicar o tamanho. Assim que atingiu a temperatura desliguei o forno.
Dividi a massa ao meio, e metade foi para fazer um pão normal. A massa restante dividi em 6 bolas,
espalmei cada uma das bolas e no meio coloquei um fio de mostarda, depois a salsicha por cima e enrolei.
Coloquei os pães num tabuleiro polvilhado com farinha e e tapado com um pano e coloquei no forno a levedar, até que a massa duplicou. (cerca de 30 minutos)
Ligar o forno a 180 ºC e levar os pães a cozer, durante cerca de 25 minutos.
Retirar do forno e servir ainda morno. Se não consumir de imediato, deixe arrefecer e coloque numa caixa hermética ou embrulhados em folha de alumínio.